Quem sou eu
- Paulo Henrique Marques Lütkenhaus
- Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil
- Sou um homem sensível. Amo a natureza e os animais e sou adepto da filosofia da "Ecologia Profunda". Sou taoísta, vegetariano e apaixonado pela cultura tradicional chinesa e indígena brasileira. Valorizo as coisas simples da vida e sou extremamente ANTI-MATERIALISMO e ANTI-CONSUMISMO. Sou do signo de peixes, ascendente em libra, signo do horóscopo chinês cavalo, elemento terra, signo no horóscopo xamânico Lobo. Facebook: Paulo H. M. Lütkenhaus. Bem vindos ao meu singelo espaço. Opiniões, críticas e/ou sugestões serão bem aceitas. Siga meu blog. Obrigado por sua visita!!!
SUMÁRIO
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Diagrama de Venn das Principais Vertententes Políticas Existentes no Mundo
DOCUMENTÁRIO TERRÁQUEOS (EARTHLINGS) - EM 10 EPISÓDIOS
segunda-feira, 5 de maio de 2008
quinta-feira, 1 de maio de 2008
segunda-feira, 28 de abril de 2008
PETRÓLEO vs. MÚSCULOS = INTERESSES ECONÔMICOS vs. BUSCA DE MELHOR QUALIDADE DE VIDA E RESPEITO AMBIENTAL
É fato que, comparativamente ao mercado automobilístico (e inclua-se aqui suas necessidades e jogos políticos acerca dessas necessidades: leia-se VIAS ASFALTADAS, tanto de circulação no interior de uma cidade como, também, entre cidades e estados), o mercado ciclístico, das biciletas, é muito menos rentável. Não existem "xeiques" no mercado internacional das "magrelas", se pensarmos em termos do poder de influência político-econômica com conseqüências ambientais devastadoras que os verdadeiramente "XEIQUES" do cartel petrolífero mundial têm.
É fato também que as BICICLETAS NÃO POLUEM (pois seu "combustível humano", por assim dizer, não joga na atmosfera o que a queima de combustíveis derivados do petróleo jogam - o monóxido de carbono). MUITO DIFICILMENTE, também, CONGESTIONAM O TRÂNSITO (creio - alguém me avise urgentemente se eu estiver enganado - que NUNCA tenha ocorrido no mundo um congestionamento de trânsito de bicicletas do tamanho dos engarrafamentos DIÁRIOS, por exemplo, da cidade de São Paulo, e que se vier um dia a ocorrer, será muito mais fácil de resolvê-lo do que o daquele). SÃO MUITO MAIS RÁPIDAS QUE OS CARROS DE UMA METRÓPOLE OU MEGALÓPOLE DIANTE DOS ENGARRAFAMENTOS DIÁRIOS EM MOMENTOS DE PICO (como, por exemplo, no horário em que as pessoas vão para o seu serviço de manhã cedo ou dele retornam, por volta das 17:00h às 19:00h aproximadamente). AJUDAM A PROPORCIONAR UMA MELHOR SAÚDE FÍSICA E MENTAL A SEUS USUÁRIOS (além das pessoas que pedalam fazerem um bom exercício muscular, elas também têm um melhoramento de suas condições cardiovasculares, pulmonares e psíquicas, uma vez que alguns hormônios ligados a sensação de bem-estar são liberados durante os exercícios físicos). Dentre várias outras vantagens...
No entanto, e lembrando que os brasileiros não são o melhor exemplo de educação no trânsito, para as pessoas que fazem das bicicletas um legítimo e preferido meio de transporte surgem várias dificuldades, tanto no que diz respeito à postura de condutores de veículos automotores (automóveis, motocicletas, caminhões, ônibus, etc) quanto, e não menos importante, à falta de infra-estrutura viária adequada aos deslocamentos dos ciclistas (e que, por isso mesmo, não serve como incentivo ao hábito de uso da bicicleta como um meio de transporte legítimo à maioria das pessoas).
Tal qual existem motoristas e motociclistas inconseqüentes, certamente exsitem, também, ciclistas - e até mesmo pedestres - inconseqüentes. Porém, tanto motoristas como pedestres normalmente têm vias adequadas aos seus deslocamentos, corretamente sinalizadas dentro das leis de trânsito, construídas pelo poder público, o que os ciclistas, na maioria das vezes, NÃO TÊM. Portanto, apesar de saber as condições e regras de circulação a eles impostas, os ciclistas não gozam de estrutura viária adequada ao meio de transporte ao qual optaram.
Grandes retornos financeiros imediatos para a política ou os políticos, certamente a bicicleta e seu mercado não trazem e não trarão. Porém, é bom lembrarmos que os retornos não imediatos, bem como públicos e ambientais, deveriam entrar no cálculo de "custo-benefício" dos governantes ao pensarem na possibilidade de implantação de ciclovias nos territórios pelos quais respondem politicamente. Com menos emissão de gases poluentes e provocadores do efeito-estufa, as cidades teriam uma menor poluição atmosférica, um menor aquecimento em decorrência de efeito-estufa, menores índices de doenças respiratórias em seus habitantes. Além disso, com a construção das ciclovias e conseqüente melhorias/incentivo ao uso das bicicletas como um meio de transporte legítimo para os deslocamentos diários, desconsgestionar-se-iam muitas vias destinadas ao trânsito de veículos automotores, muitas pessoas - tanto ciclistas, como também motoristas e usuários de sistemas de transportes coletivos - chegariam aos seus destinos mais rapidamente, além, é claro, e não menos importante, da economia que muitas pessoas fariam em relação a recursos financeiros antes destinados ao petróleo (combustível dos automóveis).Em suma, em um contexto atual tão apropriado à implantação das ciclovias (vide os vários motivos expostos aqui - e outros que possam até mesmo ainda ser pensados), só mesmo políticas ou políticos que não quisessem priorizar a saúde coletiva, o bem e o bem-estar comum e a harmonia e sustentabilidade ambiental, não seriam complacentes com tão nobre, politicamente correta e ética causa. Pensem todos - governantes e governados; dirigentes e dirigidos; legisladores e cidadãos - nisto!
Paulo Henrique Marques Lütkenhaus
quarta-feira, 16 de abril de 2008
VEJA DESBANCA CASSETA & PLANETA E PÂNICO NA TV
quarta-feira, 9 de abril de 2008
LULA IRONIZA PSDB E DEM E DIZ QUE ESTÃO “DESTILANDO ÓDIO”

Afinal, não agüento mais essa DIREITA maldita tentando reverter a situação, como se ela, a direita, fosse a boazinha e a esquerda fosse o próprio "demônio" em pessoa.
É isso aí, presidente, tem que botar pra quebrar mesmo, afinal, o mundo inteiro foi FODIDO é pela direita e não pela esquerda...
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu ontem às denúncias sobre o suposto dossiê montado pelo braço-direito da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) contra o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, a ex-primeira dama Ruth Cardoso e ministros da gestão tucana. Reportagem publicada ontem informa que a secretária executiva da Casa Civil, Erenice Alves Guerra, deu a ordem para a organização do dossiê.
Em resposta, Lula criticou a oposição. “Estão lá destilando ódio. Ódio que mesmo eu quando era dirigente sindical não conseguia destilar contra meus adversários. Porque aprendi que na política a gente constrói consenso para beneficiar a sociedade”, disse ele ontem no lançamento do programa Territórios da Cidadania, em Delmiro Gouveias, interior de Alagoas.
O presidente insinuou que a oposição está incomodada com a pesquisa CNI/Ibope, divulgada anteontem, que mostrou que a avaliação positiva do governo Lula atingiu o maior nível desde março de 2003 (58%). “E eles governaram este país desde que Cabral aqui aportou. Fizeram e desfizeram. Mas Deus escreve certo por linhas tortas. A pesquisa de ontem (anteontem) deve ter deixado eles incomodados”.Segundo o presidente, a oposição não admite que um torneiro mecânico e retirante nordestino governe o país. “Eu sei que não é fácil para uma parte da elite política do país compreender porque é que um torneiro mecânico retirante nordestino está aqui nesta tribuna e não eles”. Lula afirmou ainda que precisa da oposição para aprovar projetos do interesse do governo no Senado. “É importante lembrar que meu partido só tem 14 senadores. E o senado tem 81. e para aprovar qualquer coisa, preciso ter no mínimo 41 senadores. E estão lá nossos amigos do PSDB, que no primeiro momento trabalharam de forma civilizada. Estão lá nossos amigos do DEM, que tiveram tanta vergonha que mudaram o nome do partido de PFL para DEM”. (...)
Fonte: O Tempo – Belo Horizonte, sábado, 29 de março de 2008. p.5, Paulo Pinto/Agência Estado
terça-feira, 4 de março de 2008
Expulsem o Ianque da América do Sul!!!
O capitalismo, desde seu aprimoramento durante a Revolução Industrial, bem como suas fases de fordismo, taylorismo e toyotismo, vem fazendo o mundo, a natureza e os seres humanos seus escravos, como se todos fossem meros OBJETOS do capitalismo.
O presidente Álvaro Uribe da Colômbia pegou pesado invadindo territória Equatoriano e bombardeando lá. Seu álibi? O de sempre as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).
E até hoje tem colado essa desculpa barata, provavelmente ensinda pelo crápula George W. Bush (cérebro de ameba), haja visto a forma como a imprensa tem noticiado o acontecimento. Sempre têm falado q por ter matado Raul Reyes, 2° maior na hierarquia das FARC, o presidente Hugo Chávez da Venezuela e o chefe de estado do Equador (que me falhou a memória agora o seu nome, o leitor me desculpe), estariam "esquentando o caldeirão" de uma possível guerra contra a Colômbia e Uribe.
Oras, quem está atrapalhando quem cara-pálida??? Quer dizer então q o Equador não tem soberania suficiente para que não seja respeitado??? Quer dizer então que o presidente Uribe pode, sempre que quiser, atacar algum território de algum de seus países vizinhos e pedir desculpas depois??? Li no Jornal O Tempo de hoje (04/03/2008) que por ele (Uribe) ter pedido desculpas que isso poderia ser um sinal de que a coisa toda poderia ganhar um rumo diplomático de resolução da situação...
Será?!!!!! Isso cheira (ou melhor dizendo, FEDE) a mesmíssima política mesquinha que seu tio Bush Júnior tem-lhe ensinado, de atacar e falar FOI MAL, DESCULPE-ME AÍ...
Chega, direita!!! Até quando vocês vão continuar tentando inverter os papéis??? Uribe falou que no computador de Reys haviam notas de agradecimentos dele a Hugo Chaves e ao chefe de Estado do Equador... Gostaria tanto que ele provasse.... Afinal, os EUA bateram insistentemente na tecla de que o Iraque possuía armas químicas (2003) e até hoje bulhufas!!! Lá vamos nós de novo??? Como dizia o Cazuza "um museu de grandes novidades..." Afff......
Gente, Uribe é peça-chave do tio Sam em território sul-americano. Será que dá pra "cair a ficha" de vocês???
É por essas e mais outras que ainda postarei aqui com minha língua afiada, quer a direita goste ou não goste, me desafie ou fique inócua, todas as estratégias SACANAS que a direita têm utilizado para inverter a imagem da ESQUERDA. Ah, por enquanto deixo só uma dica: a banalização que a novela da Globo tem feito em relação a um estudante que é de esquerda, dizendo que o problema do cara é "falta de mulher", e outras formas mais de banalizar de maneira simbólica A ESQUERDA com mais esse seu gesto grotesco.
Agora, finalizando (por enquanto) meu artiguinho simples, convoco a todos vocês:
EXPULSEM O IANQUE DA AMÉRICA DO SUL!!!
Texto Reflexivo do Teólogo Leonardo Boff
No desamparo que grassa na humanidade atual faz-se urgente resgatar-se o sentido libertador da utopia. Na verdade, vivemos no olho de uma crise civilizacional de proporções planetárias. Toda crise oferece chances de transformação, bem como riscos de fracasso. Na crise, medo e esperança se mesclam, especialmente agora que estamos já dentro do aquecimento global. Precisamos de esperança. Ela se expressa na linguagem das utopias. Estas, por sua natureza, nunca vão se realizar totalmente. Mas elas nos mantêm caminhando. Bem disse o irlandês Oscar Wilde: "Um mapa do mundo que não inclua a utopia não é digno de se espiar, pois se ignora o único território em que a humanidade sempre atraca, partindo em seguida para uma terra ainda melhor". Entre nós, acertadamente, observou o poeta Mário Quintana: "Se as coisas são inatingíveis, ora!/Não é motivo para não querê-las/Que tristes os caminhos se não fora/A mágica presença das estrelas".
A utopia não se opõe à realidade, antes pertence a ela, porque esta não é feita apenas por aquilo que é dado, mas por aquilo que é potencial e que pode um dia se transformar em dado. A utopia nasce desse transfundo de virtualidades presentes na história e em cada pessoa. O filósofo Ernst Bloch cunhou a expressão princípio-esperança. Por princípio-esperança, que é mais que a virtude da esperança, ele intende o inesgotável potencial da existência humana e da história que permite dizer não a qualquer realidade concreta, às limitações espácio-temporais, aos modelos políticos e às barreiras que cerceiam o viver, o saber, o querer e o amar.
O ser humano diz não porque primeiro disse sim: sim à vida, ao sentido, aos sonhos e à plenitude ansiada. Embora realisticamente não entreveja a total plenitude no horizonte das concretizações históricas, nem por isso ele deixa de ansiar por ela com uma esperança jamais arrefecida. Jó, quase nas vascas da morte, podia gritar a Deus: "mesmo que Tu me mates, ainda sim espero em Ti". O paraíso terrenal narrado no Gênesis 2-3 é um texto de esperança. Não se trata do relato de um passado perdido e do qual guardamos saudades, mas é antes uma promessa, uma esperança de futuro ao encontro do qual estamos caminhando. Como comentava Bloch: "o verdadeiro Gênese não está no começo, mas no fim". Só no termo do processo da evolução serão verdadeiras as palavras das Escrituras: "E Deus viu que tudo era bom". Enquanto evoluímos, nem tudo é bom, só perfectível.O essencial do cristianismo não reside em afirmar a encarnação de Deus. Outras religiões também o fizeram. Mas é afirmar que a utopia (aquilo que não tem lugar) virou eutopia (um lugar bom). Em alguém, não apenas a morte foi vencida, o que seria ainda pouco, mas todas as virtualidades escondidas no ser humano explodiram e implodiram. Jesus é o "Adão novíssimo" na expressão de São Paulo, o homem abscôndito agora revelado. Mas ele é apenas o primeiro dentre muitos irmãos e irmãs: nós seguiremos a ele, completa São Paulo.
Anunciar tal esperança no atual contexto sombrio do mundo não é irrelevante. Transforma a eventual tragédia da Terra e da humanidade, devido às ameaças sociais e ecológicas, numa crise purificadora. Vamos fazer uma travessia perigosa, mas a vida será garantida e o planeta ainda se regenerará.
Os grupos portadores de sentido, as religiões e as Igrejas cristãs, devem proclamar de cima dos telhados semelhante esperança. A grama não cresceu sobre a sepultura de Jesus. A partir da crise da sexta-feira da crucificação, a vida triunfou. Por isso a tragédia não pode ter a última palavra. Esta a tem a vida em seu esplendor solar.
Fonte: Jornal O Tempo, Belo Horizonte, sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008. Página A11.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
FELICIDADE REALISTA (Mario Quintana)

